Episódio resumo 1-11
 

 


Hellen acorda. Ela está em seu segundo semestre na faculdade. Lá ela conheceu Marcus, um rapaz em que ela se apaixonou perdidamente. Hellen tem um melhor amigo desde a infância, Fernando. Ela também trabalha na lanchonete e discoteca MegaPoint. Hellen mora em uma casa pobre com seus pais.
Hellen tomou um rápido café. Agora ela vai até a casa de Fernando para irem juntos à faculdade.


Hellen - Fernandooooooooo!!!!! Tá acordado?????????
Hellen espera por uma resposta. Fernando logo dá sinal de vida:
Fernando - Já vou...espera aí...
Hellen continua a esperar enquanto olha no relógio.




_____

Alana está indo à casa de Renata. Ela acaba se distraindo e bate no carro de Marcelo.

 





Marcelo: Ah meu Deus! Meu carro! Acabei de levá-lo para pintar...
Alana: O que eu fiz!!!!!!!!! /o\
Marcelo:Olha aqui mocinha, você vai pagar tu...

Marcelo olha nos olhos de Alana. É o amor a primeira vista.

Alana: Me desculpe. Eu me distraí. Não se preocupe, eu pago os danos.
Marcelo: Não precisa se preocupar com isso.
Alana: Meu carro também está muito amassado. Ai não! /o\
Marcelo: Olha, vamos até a minha casa. Lá nós podemos conversar melhor.
Alana: Tudo bem, eu aceito.


Mais tarde, na casa de Marcelo:




Alana: A culpa foi toda minha. Eu não vi o seu carro.
Marcelo: Já disse para não se preocupar com isso.
Alana: Tudo bem.
Marcelo: Prazer, sou Marcelo.
Alana: Ah é, me desculpe. Eu falei tanto e nem me apresentei. Sou Alana.
Marcelo: Alana...que nome lindo... (fala baixinho)
Alana: Como? (Alana não entendeu o que ele disse)
Marcelo: Nada não...Alana, você não precisa sair?
Alana: Vou ir na casa da minha amiga. Nos encontramos quando o destino achar necessário, rsrsrs. Tchau.
_____

Um grande problema chega na delegacia:

Secretária: Senhor delegado. Uma nova denúncia foi registrada contra esse tal de Aranha.
Delegado Jorge: Você sabe qual é o nome verdadeiro deste rapaz?
Secretária: Não sei. Todos disseram que ele se chama Aranha.




Delegado Jorge: Droga. Sem saber o nome dele fica difícil pegá-lo.
Secretária: Uma das pessoas que o denunciou, disse que ele mora em um apartamento, na rua Deodoro Sanchez.
Delegado JorgeNão dá para ir chegando na casa. O que podemos fazer é mandar alguém para ver quem mora por lá. Sem saber o número do apartamento fica difícil. Qualquer coisa eu consigo um mandado. Vou ter que verificar melhor.Continue investigando!
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Já de noite, na praça, Hellen e Fernando conversam:

Fernando - Legal deve ser essa festa.
Hellen - Tomara que seja mesmo.

Hellen - Olha como a lua está tão bonita.
Fernando - Lua cheia. Cuidado com os lobisomens, heim!
Hellen - Hahaha, não acredito nisso. Nessas lendas.
 

Fernando pensa um pouco, e olha atentamente nos olhos de Hellen:

Fernando - Hellen, preciso te dizer uma coisa.

 

Fernando olha com um olhar penetrante nos de Hellen.Hellen fica esperando por uma fala.Parece que ele está a ponto de se declarar...

<Hellen> Pode falar. O que foi?

Nesse momento, Bruna aparece para informar uma notícia desagradável para os dois:

<Bruna> Hellen! Rápido! Sua mãe está passando mal!



Hellen se levanta rapidamente e corre para sua casa. Fernando e Bruna vão atrás. Hellen não conseguia acreditar no que acabara de ouvir.
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No hospital:



<Bruna> Acalme-se Hellen.Vai ficar tudo bem.
<Hellen> Não consigo parar de pensar no que pode acontecer...
<Fernando> Não vai acontecer nada com a D.Lurdes, ok?
<Bruna> Notícia ruim chega logo.

<Fernando> Calma. O médico disse que só foi uma queda de pressão.
<Hellen> Mas se acontecer alguma coisa...
<Fernando> Não pense assim, seja otimista. Vai acontecer nada.



<Hellen> Eu quero vê-la. Não agüento mais ficar aqui parada.
<Fernando> Seu pai está lá. Esqueceu que o doutor disse para entrar uma pessoa por vez?
<Hellen> Eu quero entrar...



<Fernando> Eu não quero ser chato. Mas está na hora de trabalhar.
<Hellen> Hoje não vou.
<Fernando> Quer ser demitida? Vamos agora.
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Na universidade, Luíza (neta do falecido reitor) chama Asito em sua sala.

Luíza: Iremos abrir o cofre do testamento.
Asito: Você tem certeza disso?
Luíza: Absoluta. Precisamos saber para quem vai o dinheiro e essa universidade.





Asito: Bom, acho que estamos sendo muito precipitados, mas, se você acha que é relevante...Nosso avô escondeu bem esse segredo por muitos anos...
Luíza: Tecnicamente sim. Mas logo, logo tudo vai ser revelado.

alguns minutos depois, Luíza e Asito preparam para abrir o cofre:

<Asito> Abre logo esse cofre. Quero ver a quantia em dinheiro.
<Luíza> Acha que é só você? Espera, está difícil.

Luíza consegue abrir o cofre. Um envelope se encontra lá dentro:



<Asito> O que é isso?
<Luíza> Um envelope.
<Asito> Cadê o dinheiro?
<Luíza> Neste envelope deve estar dizendo onde está o dinheiro.

Depois de terem aberto o cofre da Universidade, Luíza lê o testamento:



<Asito> Anda, diz logo o que está escrito!
<Luíza> Eu não posso acreditar.
<Asito> (?).



<Luíza> Aqui diz que todo o dinheiro está guardado em uma caixa...
<Asito> Onde está essa caixa?
<Luíza> Espera!...Aqui diz...Está guardada dentro da faculdade.
<Asito> Acho que nós já sabemos isso. Em que lugar?
<Luíza> Dentro!
<Asito> Isso eu sei! Onde?
<Luíza> Só pode estar dentro das paredes ou no chão...(olhando para os lados)
<Asito> Eu preciso entender melhor isso.
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No fim das aulas, todos vão até o salão principal. Luíza está lá:



<Luíza> Antes de irem embora, preciso comunicar uma coisa muito importante.

Todos prestam atenção em Luíza:



<Luíza> Semana que vem é o aniversário do Sr. Millord, o reitor, que infelizmente faleceu à algumas semanas.
<Uma pessoa na multidão> Esse senhor era o pai de vocês?
<Asito> Não. Sr. Millord era o nosso tio.
<Luíza> Voltando ao assunto principal, nos próximos dois dias não haverá aula.

Todos se olham:

<Uma pessoa na multidão> Por que não vai ter aula?
<Luíza> Por esse fato. É um feriado interno.

Marcus pergunta em voz alta:

<Marcus> Tudo bem. Quando ele era vivo, o "feriado" era relevante, mas ele já morreu. Não há motivos. E dois dias? Um seria suficiente. Ficaremos sem aula!
<Asito> Serão apenas dois dias. Aproveitem e descansem.

Houve mais algumas discussões. Alice agora percebeu que tinha ouvido errado sobre festa. Mas Hellen não engoliu a história. Todos foram embora.
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Mais tarde, já de madrugada.
Já são 0:30 e Hellen e Fernando voltam pra casa depois do trabalho.

<Hellen> Vou cair direto na cama. Estou exausta.
<Fernando> Eu também. Hoje não tem aula. Sorte nossa.



<Hellen> De manhã a gente se fala. Tchau
<Fernando> Tchau Hellen.

Fernando observa Hellen fechando a porta. Escuta o barulho da chave trancando. Dá alguns passos para frente até chegar na porta de sua casa. Respira fundo, e entra.
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Mais tarde, Luíza e Asito conversam em uma sala da universidade:



<Asito> Temos dois dias pra resolver logo isso.
<Luíza> Você acha que vamos resolverem dois dias? Pois eu não.
<Asito> Já sabemos que o dinheiro está escondido aqui dentro.
<Luíza> É isso que vamos fazer. Vamos quebrar as paredes. Elas são de madeira mesmo.



<Asito> Vou buscar alguns materiais em casa. Mas, por onde vamos começar?
<Luíza> Devemos começar a quebrar em lugares que os alunos não vão. Como aqui em cima.
<Asito> Não deve ser difícil achar. Pelo que entendi, nós vamos procurar uma parte do testamento. E com essa parte, podemos tirar todo o dinheiro do banco. Mas não entendi porque Millord escondeu...
<Luíza> Talvez ele quer nos desafiar com isso.
<Asito> Vou pra casa.
<Luíza> Isso. Não podemos perder mais tempo.
_____

Na casa de Miguel, Marcelo foi para lá para arrumar seu computador.



Miguel – Conseguiu trocar?
Marcelo – Consegui. Um velho por um novo.
Miguel – Ainda bem que estragou nada de importante.
Marcelo – A computação é assim mesmo Miguel, complexa e cheia de detalhes.
Miguel – E bem complicada.
Marcelo – Pronto, agora a memória está maior, e melhor.
Miguel – E essa peça na sua mão?
Marcelo – Serve pra mais nada. Só jogar fora.



Marcelo joga uma pequena peça do computador pela janela, que acaba acertando a cabeça da Alana que estava passando na rua:

Alana – Agora deu pra São Pedro chover pedras também?
Marcelo – Ferrou! Caiu em cima de uma mulher.
Alana – Quem foi o palhaço que jogou isso em mim???



Miguel vai até a janela:

Miguel – Alana, foi mal. A gente não sabia que você estava aí.

Marcelo pergunta pra Miguel:

Marcelo – Alana? Você conhece ela?
Miguel – Claro que conheço. Ela é irmã do Marcus.
Marcelo – Irmã do Marcus? Por essa eu não esperava.

Alana – Quem de vocês dois jogou isso?
Marcelo – Foi eu, mas foi sem querer.
Alana – Hei, conheço você de algum lugar.
Marcelo – O destino não separa a gente, né?
Alana – Você é o carinha que bateu no meu carro! Desce aqui pra gente acertar as coisas! – chamando pra briga.
Marcelo – Olha, menina má! Muito violenta.
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Enquanto isso, em uma sala da universidade, Luíza e Asito começam a quebrar as paredes:

Luíza – Já tiramos as madeiras. E agora?
Asito – Essa parte interna é mais fácil de quebrar.
Luíza – Vamos começar logo então.
Asito – Isso. Pra ontem.



Luíza – Asito. Até onde você acha que isso vai chegar?
Asito – Como assim?
Luíza – Vamos quebrar as paredes procurando uma resposta do testamento. E depois?
Asito – Você quer dizer sobre os alunos?
Luíza – Você já tem a resposta?
Asito – Luíza. A prioridade minha agora é conseguir esse dinheiro e ir embora daqui. E você está comigo, não é?
Luíza – Sim, eu também. Mas o problema é que a universidade é muito grande. Pode estar em qualquer lugar.
Asito – Começaremos com as salas que somente nós dois temos acesso.

Asito e Luíza continuam em busca do “tesouro”.
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Já de noite, na MegaPoint:



Hellen – Marcus, veio sozinho. E a Alice?
Marcus – Alice cortou o braço hoje de manhã. Sabe, pessoas que fazem o trabalho da empregada acaba acontecendo isso – rindo.
Hellen – Mas ela está bem?
Marcus – Está sim. Só foi um copo quebrado e um corte no braço. Ela não sabe lavar a louça, hahaha.



Marcus – Amanhã vai ter show aqui?
Hellen – Vai ser depois de amanhã. Quero só ver. Vai ser muito bom.
Marcus – Também estou achando que aqui precisa de um som ao vivo.
Hellen – Agora que vai encher de gente mesmo.

Marcus – Hellen, posso te fazer um pergunta?
Hellen – Claro que pode.
Marcus – Você ficaria comigo?

Hellen fica confusa.

Marcus – Sério Hellen, você ficaria comigo?
Hellen – Como assim? Ficar com você?
Marcus – Ficar, namorar.
Hellen – Ah.
Marcus – Sim ou não?
Hellen – Por que você quer que eu fale?



Marcus – É que eu estou gostando de uma garota da minha sala, sabe.
Hellen – Ah – com decepção
Marcus – O nome dela é Sabrina. Por isso perguntei, pra ter mais certeza se ela ficaria comigo.
Hellen – Mas o que eu tenho a ver com ela?
Marcus – Sei lá Hellen, só estava perguntando.
Hellen – Dá licença, preciso atender os cliente.

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A noite passa. No outro dia, Hellen já está na aula:



Asito – Em breve, irei passar um trabalho para vocês.
Miguel – Sobre o que?
Asito – Espere, me deixa falar. É um trabalho muito importante, e vocês terão apenas um dia para fazê-lo.



Hellen – Professor, posso te perguntar uma coisa?
Asito – À vontade.
Hellen – O que vocês andam fazendo aqui nos dias que não tem aula?
Asito – Como assim? Explique melhor.
Hellen – Teve os dias sem aula, por causa do feriado interno lá.
Asito – Sim.
Hellen – Na rua aqui do lado, dá pra ver uma janela de uma sala no segundo andar. E as paredes estavam quebradas.

O horário de aula acaba. Todos vão saindo da sala:

Asito – Hellen, depois conversamos sobre esse assunto.

Hellen ficou sentada pensando. Daniel se aproximou e perguntou se ela não ia se levantar.Alguns minutos depois, quando todos já estavam indo embora, Fernando encontra Hellen no corredor:

Fernando – Que foi Hellen? Ainda está aqui.
Hellen – Nada. É que estou um pouco abalada.
Fernando – Com o que? O que aconteceu?
Hellen – Anda dando tudo errado para mim.



Fernando – Pode me contar. Afinal, sou seu melhor amigo.
Marcus – Ai Fernando, por que as pessoas têm que se apaixonar?
Fernando – Bem, é o natural. Aconteceu alguma coisa?
Hellen – Marcus disse que está gostando de uma garota da sala dele.
Fernando - Ah, foi isso...
Hellen – Estou tão confusa...Você não tem idéia.
Fernando – Sim, tenho idéia sim.

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Mais tarde, no andar de cima da universidade:

Asito – Luíza, temos problema.
Luíza – Fale rápido. Ainda tenho que contratar os empregados para quebrar as paredes. Vou ter que gastar muito pagando esses peões.
Asito – Exatamente sobre esse assunto.
Luíza – O que?
Asito – Temos problema sobre isso.



Luíza – Fale.
Asito – Uma das minhas alunas descobriu que as paredes da sala aqui do lado estão quebradas.
Luíza – Foi a janela, não foi? Eu sabia que isso ia dar problemas.
Asito – E agora? O que faremos?
Luíza – Nada, por enquanto. Vamos deixar como está. E você, dê alguma desculpa.
Asito – Já estou cuidado disso.
Luíza – E cuide também dessa aluna...Como é o nome dela?
Asito – O nome dela é Hellen.
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Na mansão Vale Branco, Ana, uma das amigas de infância de Alana, chega de viagem:



Ana – Alguém em casa?
Alana – Quem é?
Ana – Alana, é você?



Alana se aproxima:

Alana – Ana, é você!
Ana – Sou eu mesma!

As duas se abraçam:

Alana – Pensei que você só ia vir semana que vem.
Ana – É, mas deu alguns problemas no aeroporto, tive que vim mais cedo.



Alana – Que surpresa boa! Vai ficar quanto tempo aqui?
Ana – Bom, algumas semanas.Vou aproveitar as férias que ganhei lá no hotel.
Alana – Ainda está trabalhando no hotel do seu pai?
Ana – Sim, ainda.

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Na casa de Hellen, seus pais vão se mudar para o sítio de seu tio, por causa da doença de sua mãe:

D.Lurdes – Tchau minha filha. Ligue sempre que puder.
Hellen – Claro mãe.
D.Lurdes – E se cuida, viu.
Hellen – Claro mãe.



Fernando – Tchau, Dona Lurdes.
D.Lurdes – Tchau, meu querido.
João – Vamos véia. O carro já chegou.

Na mansão Vale Branco, Alana e Ana vão até a casa de Renata para poderem ir ao galpão assistirem o ensaio da banda:



Ana - Olha essa piscina! Como vocês conseguem deixar ela com essa água azul, limpinha?
Alana - Limpador de piscina profissional. 4 vezes por semana.
Ana – E aí, como andam as coisas? A Renata ainda mora aqui?
Alana – Mora. Ela nunca saiu daqui.
Ana – Pensei que ela gostasse mais de mato. De interior, sabe.



Alana – Que mato nada. A Renata ama praia, mas é super branquela. Usa protetor número 100!
Ana – E você, já arranjou alguém?
Alana – Alguém? Como assim?
Ana – Algum ficante, namorado...
Alana – Ah, ainda não.
Ana – Ah, Alana, não me zoa.
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Alguns dias se passam.
Na faculdade, Hellen não consegue encontrar Fernando. Decide falar com ele sem falta na saída.
Mas na saída, ele sai depressa para que ninguém vá falar com ele.





Hellen fica com cara de boba procurando ele:

Miguel – Qual a novidade Hellen?
Hellen – Ai, não enche.
Miguel – Opa, eu fiz nada! Calma!
Hellen – Por acaso você viu o Fernando por aí?
Miguel – Aquele seu amigo? Não vi.



Hellen – Eu queria falar com ele...

Daniel chega:

Daniel – E aí Miguel. Vamos na casa do Rodrigo para a gente arrumar tudo.
Miguel – Já vai.
Hellen – Você viu o Fernando por aí?
Daniel – Bom, eu vi ele saindo daqui já. Ele saiu bem rápido.



Hellen – Mas que droga, pelo jeito não sei quando vou conseguir falar com ele.



Miguel – Bom, a gente tem que ir. Pra organizar as coisas do show de hoje, sabe.
Hellen – Ah sim, sei sim.
Miguel – Qualquer coisa, se a gente ver ele...
Hellen – Ta bem.

< @ >
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Hellen foi na casa de Fernando, tocou a campainha e o mesmo foi atender:



Hellen – Até que enfim consegui te achar. Até parecia que você não queria me ver.
Fernando – E se isso for verdade?
Hellen – Fernando, o que aconteceu? Você está estranho.



Fernando – Estranho? Sim, posso estar estranho.
Hellen – Conta o que aconteceu.
Fernando – Pra você? Não, você não ia entender. Ou pode ser que você entende, mas só está fazendo joguinho comigo.
Hellen – Que isso? O que eu fiz pra você falar assim comigo?
Fernando – Ah, você não sabe? Sabe Hellen, às vezes acho que você tem nenhuma consideração por mim. Já cansei disso tudo. Chega vá embora, quero ficar sozinho.

Fernando bate a porta com força e tranca.
Hellen ficou sem entender.
"O que há de errado nele? O que eu fiz para ele ter ficado assim..."
Hellen não sabe realmente o que aconteceu.
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Já na Megapoint, Hellen estava quieta trabalhando no seu canto, mas Ângela aparece para atormentá-la:

Ângela – Vim te falar uma coisa.
Hellen – O que você quer?
Ângela – Quero você longe do Fernando. Ele não merece sofrer.
Hellen – Garota, seu eu estou perto ou não dele, é problema meu!



Ângela – Não é mais.
Hellen – Cai fora daqui. Preciso voltar ao trabalho.
Ângela – Só digo isso. Você perdeu. Ele não que mais te ver.
Hellen – Sai daqui!

Ângela vai embora.
_____

    Hellen sabe que Fernando esta evitando ela até no trabalho. Foi procurá-lo e o encontrou nos fundos da Megapoint:



Hellen – Fernando, agora você não escapa. Vai me contar tudinho o que está acontecendo. Eu estou muito triste com isso!
Fernando – Triste? Ah, não me diga.



Hellen – Para de mistérios, por favor. Vai, me fala.
Fernando – Esquece. Não tem necessidade de ficar voltando no que já passou.
Hellen – E agora?
Fernando – Acontece que agora eu estou junto com a Ângela. Pelo menos ela gosta de mim.-  Acrescentou em um tom ligeiramente debochado.
<Hellen> Espere. Como assim?- indagou.
<Fernando> Isso mesmo. Estou com ela. Por que? Algum problema? - responde desafiadoramente.
<Hellen> Bem, na verdade não, é que estou surpresa. Só isso.
<Fernando> Ah ta. - conclui Fernando desiludido e disfarça desviando o olhar para uma lata de lixo próxima a eles.
<Hellen> Mas por que você não quer falar comigo? - insiste querendo de uma vez por todas saldar o mal entendido com o amigo.
<Fernando> Falar o que? Quer conversar sobre você e o Marcus?
<Hellen> Fernando,você sabe que eu não tenho nada a ver com o Marcus.
<Fernando> Mas bem que queria ter, não é? - Fernando começa a perder os costumeiros ares de paciência.
<Hellen> Estou começando a achar que você está com ciúmes.
<Fernando> Chega Hellen, você me faz perder meu tempo.

Fernando a ignora completamente e sai enquanto Hellen permanece estática a processar todas aquelas informações para que possa, enfim, compreender o que se passa na mente do amigo.
< @ >
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No outro dia, na faculdade. Marcelo foi lá conversar com Marcus:

<Marcus> Marcelo! Nunca te vi aqui.
<Marcelo> O que? Não posso fazer uma visitinha ao meu amigo? – se abraçam.
<Marcus> O que conta de novo?
<Marcelo> O lance é que estou com uns problemas ai, queria a sua ajuda.
<Marcus> Pode falar.
<Marcelo> Antes, queria saber uma coisa.



<Marcus> Hum, lá vem bomba.
<Marcelo> Que bomba nada. Queria saber se a Alana é sua irmã.
<Marcus> Alana, é sim. Minha irmã mais nova.
<Marcelo> Nossa, e eu nem sabia!
<Marcus> Por que? Ta afim dela?
<Marcelo> Bem, é que...
<Marcus> Já vi tudo, hehehe, quer saber se ela tem namorado?
<Marcelo> Você não deixou eu falar!
<Marcus> Vou falar com ela. Quem sabe não marcamos um encontro.
_____

Já de noite, na cozinha da Megapoint:

<Hellen> Você não vai conseguir se esconder de mim aqui no trabalho.
<Fernando> Ah, que pena né?



<Hellen> Sabe de uma coisa? Vou deixar tudo como está. Não vou mais tocar no assunto, e eu nem sei qual é esse assunto...
<Fernando> Ta né...

Fernando pega um cigarro do bolso e acende:

<Hellen> Que isso? Desde quando você fuma?
<Fernando> Desde quando você se importa?



<Hellen> Chega. Vou limpar as mesas.
<Fernando> Vá, não estou impedindo.

Hellen foi limpar as mesas.Ela está muito triste. Olhou para as mesas e avistou Marcus com mais uma garota. Ela logo imaginou ser a tal da colega de classe.



Sr Rodrigues vai falar com Hellen:

<Sr Rodrigues> Hellen, estou com uns problemas na cozinha. Um dos cozinheiros cortou a mão. Preciso que você vá ajudar lá.
<Hellen> Ajudar em que? Fritar ovo?
<Sr Rodrigues> Claro que não. Veja se estão precisando de ajuda.



<Hellen> Tudo bem, já estou indo.
<Sr Rodrigues> E diga para o Fernando fritar melhor os hambúrgueres. Eu comi um que estava quase cru.
<Hellen> Tudo bem, já estou indo.
 



<Sr Rodrigues> Hellen, já foi para a cozinha?
<Hellen> Sim, e já está tudo em ordem.
<Sr Rodrigues> Quero que você ligue para os fornecedores. Preciso de mais bebida até amanhã de manhã. Rápido!
<Hellen> Tudo bem, já estou indo.



Hellen olha um rapaz. Ele está observando Marcus e a garota que está com ele. Quem será? Ele parece estar com raiva. Tem algo estranho nessa história...

<Sr Rodrigues> Hellen, está dormindo? - Estala os dedos no intuito de "acordá-la"
<Hellen> Tudo bem, já estou indo.

O rapaz suspeito observa Marcus e Sabrina conversando. Hellen fica com essa imagem na cabeça o resto da noite. Fica preocupada a respeito disso, principalmente de Marcus. Sempre que passa por ali perto, verifica se os dois estão bem.
_____

Daniel está em casa. Ele faltou na faculdade porque não estava se sentindo bem. Nesse momento a dor de barriga dele começa a piorar:




<Daniel> Ai, que dor é essa? O que está acontecendo comigo? - Pensa, preocupado.

Daniel pega o telefone com e disca para a casa da Patrícia, com dificuldades.
O telefone da casa de Patrícia começa a tocar. Renata está na casa dela.



<Patrícia> Telefone! - Vai pegá-lo no banquinho.

<Patrícia> Alô? O que foi Daniel? Calma, já vou aí. Calma.
<Renata> O que foi? - Diz desesperada, porque Patrícia parece ter recebido alguma notícia ruim de Daniel.
<Patrícia> O Daniel está passando mal. Vamos para casa dele agora!

Patrícia pega sua bolsa e sai em disparada para a garagem. Renata a segue, também louca para chegar lá o mais rápido possível.
--
Patrícia e Renata chegam na casa de Daniel, que se levanta do sofá com dificuldade para abrir a porta e volta para deitar nele, sempre gemendo de dor.



<Renata> Dani, o que foi?
<Daniel> Ai, eu não sei, estou muito mal.
<Patrícia> Onde é a dor?
<Daniel> Na barriga, uma dor muito forte na barriga.
<Patrícia> Calma, fique deitado de lado. Respire fundo.




<Renata> E agora?
<Patrícia> Vou apagar as luzes para não dar dor de cabeça para ele.
<Renata> Acho que ele deve ter tomado alguma coisa estragada na festa, ou sei lá.
<Patrícia> Pode ser...Bom, vou buscar umas folhas para fazer um chá. Fica com ele?
<Renata> Fico sim. E vai onde?
<Patrícia> A Hellen tem essa planta. Vou lá buscar e já faço o chá. Agüenta aí!

Patrícia pega o carro de seu irmão e vai em direção à casa de Hellen.
_____

Na casa de Hellen, ela está arrumando a casa e Bruna está fazendo companhia:






<Hellen> Eu entendo nada o que eles querem fazer nessa universidade.
<Bruna> Amanhã vocês não tem aula de novo...
<Hellen> Acho que nem quero mais entender...

<Bruna> Minha irmã está com o Fernando na praça.
<Hellen> Eu vi. Acho que eles estão namorando.
<Bruna> Sabe, acho essa história muito estranha. Sempre achei que o Fernando nunca ia ficar com ela.
<Hellen> Pois é, ele mudou muito. Está muito diferente, estranho.
<Bruna> Que bicho será que mordeu ele?

Patrícia chega. A porta esta aberta, então ela foi entrando direto.



<Patrícia> Hellen, dá licença, é que eu preciso de umas folhas de uma planta.
<Hellen> Para que?
<Patrícia> O Daniel está passando mal, ele está com dor de barriga.
<Hellen> Sim, eu tenho. Já vou buscar. Mas ele está bem?
<Patrícia> Olha, ele está com muita dor.
<Bruna> Deve ter comido algo que não fez bem.
<Patrícia> É, a gente tava numa festa ontem. Pode ter sido isso.

Agora é a vez de Marcus aparecer:



<Hellen> Marcus? - Fica meio confusa com a presença inesperada dele.
<Marcus> Oi Hellen. Tudo bem?
<Hellen> Sim. Mas, o que você está fazendo aqui?
<Marcus> Vim ver como você está.
<Bruna> Hellen, eu vou indo pegar a planta.
<Hellen> Não, eu vou pegar. Já volto, ta Marcus. Aí você me fala o que quer. Só um minuto.

Fernando entra na casa de Hellen antes dela sair:



<Fernando> O que você quer com a Hellen? Heim! Responda! - Gritando.
<Marcus> Como assim? Calma! - Se afasta de Fernando.
<Hellen> Fernando, o que você quer?
<Fernando> Esse cara está te incomodando Hellen?
<Hellen> Fernando, para com essas criancices.
<Marcus> Quem você pensa que é agora? Acha que é o dono dela?
<Fernando> Você não tem o direito de fazer ela sofrer!

Fernando empurra Marcus:




<Marcus> Opa! Agora passou dos limites! - Se aproxima de Fernando.
<Hellen> Parem vocês dois!

Patrícia e Bruna tentam parar a briga.

<Hellen> Fernando, chega! Vai embora da minha casa agora!
<Fernando> Não antes desse canalha!

Fernando parte para cima de Marcus, derrubando-o no chão e socando-o no rosto em seguida. Uma briga começou.

Continua no episódio 12...

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