Starring
Camilla Belle, Jared Padalecki, Adam Brody, Jessica Biel, Michael Coe, Jonathan
Bennett, Jenny Mollen Co-Starring
Mike Vogel, Emilie de Ravin, Samaire Armstrong, Chris Pine Guest Star
Joy Bryant, Steve Sandvoss
Daniel e Miguel decidem procurar as garotas.
Miguel – Minha irmã saiu com elas. Disse que iam
para o "galpão".
Daniel – Então vamos atrás delas. Deixa eu desligar
a televisão aqui.
Daniel joga o controle remoto no sofá depois de ter desligado
a tv. Vai para o quarto, e em alguns segundos veste uma bermuda, uma camiseta e
bota um tênis.
Os dois saem em direção à rua para irem ao galpão.
Enquanto isso, dentro do galpão:
Alana – Calma, já vamos te soltar.A propósito, qual
é o seu nome?
Alex – Meu nome é Alex.
Alana analisa aquelas celas.
Alex – Ainda bem que vocês vieram.
Alana – Calma, já vamos tirar você daí.
Patrícia acha um barra de metal que pode simular um pé-de-cabra e entrega para Alana:
Alana – É só arrebentar esse cadeado aqui...
Patrícia – Que coisa de louco isso aqui heim.
Alex – Nem me fale.
Alana – O que aconteceu? Por que te prenderam aqui?
Alex – É uma longa história. Eu conto depois de
sair daqui...Nossa, estou com muita fome.
Ana e Renata chegam no local:
Ana – Nossa!
Alana – O que vocês estão fazendo?
Ana – Calma Alana, a Júlia ficou lá de guarda.
Alana – Ok então. Ajuda aqui.
Alana arrebenta o cadeado e abre a porta.
Elas vão levar Alex para fora. Daniel e Miguel chegam no local:
Patrícia – Alguém andou espalhando nosso
segredinho.
Miguel – Engraçado. Achei que estava tendo uma rave
aqui.
Alana – O que vieram fazer aqui? Como conseguiram
entrar?
Daniel – A Júlia deixou a gente entrar.
Miguel – E quem é esse cara?
Miguel e Daniel olham desconfiados para Alex.
Renata – É melhor você se explicar, Alex. Como você
foi parar aí?
Alex – Está bem. Eu explico.
Todos prestam atenção em Alex:
Alex – Foi meu irmão. Meu irmão que me prendeu
aqui. Ele e os amigos dele. Eu havia me intrometido nos negócios deles...e
resultou nisso.
Miguel – Que família é essa heim. Até parece
alguém que conheço.(Ele olha com gozação para Patrícia)
Patrícia – Cala a boca. (Dá um tapa no ombro de Miguel)
Alana – E depois? Te deixaram aqui, sem mais nem
menos?
Alex – Como “sem mais nem menos?” Eu estava me
intrometendo.
Miguel – E que negócio tão importante eles estão
fazendo para te prenderem aqui?
Alex – Eu não sei...
Miguel – Então o sacrifício não valeu nada? (Com
risos)
Alana – Miguel, chega. Vamos levá-lo embora. Ele
precisa descansar.
Júlia – Vamos levá-lo para a minha casa. Ele vai
ficar bem lá.
Eles vão andando pelos longos corredores subterrâneos.
No outro dia
Na faculdade, todos já estão indo embora. Hellen está saindo da sua sala de
aula, quando vê no corredor o mesmo rapaz que viu na Megapoint no dia em que Marcus estava com
Sabrina. Ela fica observando ele e então conclui que ele estuda nessa
universidade. Ele vai embora e Fernando se aproxima:
Fernando – Tudo bem?
Hellen – Sim.
Fernando – Aconteceu alguma coisa? Você parece
estar distraída.
Hellen – Nada não.
Fernando – Vem aqui, quero te mostrar uma coisa.
Fernando leva Hellen para o andar de cima:
Hellen – O que tem aqui?
Fernando – Vem aqui, nessa porta.
Eles se aproximam da porta:
Fernando – Olha lá dentro. Viu como as paredes
estão destruídas?
Hellen – E qual o problema nisso?
Fernando – Estou achando isso muito estranho.
Hellen – Ai Fernando, devem estar reformando, só
isso.
Fernando – Mesmo assim, está estranho.
Hellen – Que sala é essa?
Fernando – Era a sala de arquivos. Tiraram os
móveis para quebrar as paredes.
Hellen – É reforma e pronto. E para de se preocupar
com tudo.
Hellen muda de assunto.
Hellen – Como ta indo o namoro com a Ângela?
Fernando – Eu não estou mais com ela.
Hellen – Por que?
Fernando – Terminamos. Não deu certo, sabe?
Hellen – Hum, entendo. Não se preocupe.
Qualquer coisa pode falar comigo.
Fernando – Estou feliz de ter terminado.
Hellen – Ah...
Fernando – Bom, não quero mais falar nisso, ta?
Hellen – Claro.
Fernando – Vamos pra casa. Estou morrendo de fome e
de cansaço também.
Hellen – Quer almoçar na minha casa?
Fernando – Adoraria.
Hellen – Então vamos!
Os dois descem a escada e saem do prédio. Poucas pessoas continuam na faculdade.
<@>
Alex passou a noite no apartamento de Júlia. Ele acordou a pouco tempo, e Júlia
deixou preparado um almoço para ele.
Júlia – A comida está boa?
Alex – Esta ótima! Sério.
Júlia – Que bom que você gostou.
Alex – Olha Júlia, obrigado mesmo por você me
deixar ficar na sua casa. Assim, você nem me conhece.
Júlia – Que nada. Era o mínimo que eu poderia ter
feito. Eu não podia deixar você voltar para a sua casa, correndo risco de seu
irmão te fazer alguma coisa.
Alex – Ele deve estar achando que ainda estou preso
lá. Nem quero ver a cara dele mais.
Júlia – Nem se preocupe. Ele não vai te achar aqui.
Você está seguro.
Alex – Graças a você.
Os dois ficam de namorico pela tarde.
<@>
Alana acabou de acordar. Se levantou, e no momento que descia a escada o telefone toca. Ela vai atender:
Renata – E aí Alana. Tudo bem?
Alana – Sim. O que quer?
Renata – Se liga, vem para a minha casa mais tarde.
Nós vamos ver um filme.
Alana – Nós quem?
Renata – A Patrícia e a Ana.
Alana – Ah ta. Depois vou aí então.
Renata – Que voz de sono.
Alana – Acabei de acordar - bocejando
Renata – Então vai tomar um café logo. Te vejo aqui
em casa. Tchau.
Alana desliga o telefone e vai para a cozinha.
Hellen e Fernando já terminaram de almoçar e estão conversando. O carteiro chega
para entregar uma carta para Hellen:
Hellen – Nossa. Como faz tempo que não recebo uma
carta de alguém.
Fernando – De quem é? De seus pais?
Hellen – Deixa eu ver.
Hellen olha o remetente.
Hellen – Não acredito!
Fernando – O que foi?
Hellen – É do meu irmão! \o/
Hellen senta na cadeira. Fernando senta perto dela:
Fernando – Bom, não precisa ler a carta em voz
alta...Eu sei que é coisa pessoal...
Hellen continua lendo a carta com um sorriso.
Fernando – É...Você não vai ler a carta em voz alta
mesmo...
Hellen – O que foi? Não ouvi você.
Fernando – Nada não. O que ele diz?
Hellen – Ah, diz aquelas coisas de sempre, de
irmão. Faz quase 1 ano que ele não me manda carta. Ele também diz aqui que está
muito bem lá em Nova Iorque. E que vai vir para cá para visitar nossos pais.
Fernando – Não sabia que ele morava em Nova Iorque.
Hellen – É. Ele é advogado lá. Ele vai vir para cá!
Fernando – Eu ouvi Hellen.
Hellen – Não acredito! Meu irmão vai vim me
visitar! Ah! Desculpa, não deu para conter o grito.
Fernando – To vendo que está muito feliz.
Hellen – Muito mais que feliz, estou super feliz.
Ele só não diz quando que vem.
Fernando – Se não diz a data, então vai demorar.
Hellen – Ai, não fala assim. Que eu fico
desanimada.
Fernando – Ele vai vir e pronto. Isso é o
importante, hehehe.
Hellen – É verdade.
Fernando – Bom, agora eu vou para casa. Tenho que
estudar para prova amanhã.
Hellen – Eu também tenho que estudar. A gente se vê
mais tarde.
Fernando – Ok.
Fernando sai pela porta. Hellen lê mais uma vez a carta.
<@>
Alex está na casa de Júlia. Eles estão conversando. Aranha entra
olhando estranho para Alex:
Júlia – Oi mano.
Aranha – Quem é você? - Ignora a irmã e encara
Alex.
Alex fica intimidado e perdido. Ele olha para Júlia.
Júlia – Esse é o Alex. Um amigo meu. Ele veio me
visitar.
Aranha – Veio te visitar de cueca?
Alex – Calma, não é o que você está pensando.
Aranha – Ah é? E o que você acha que eu estou
pensando? - partindo para cima de Alex
Júlia – Para Aranha. Para. Chega. As roupas dele
estavam sujas e eu coloquei para lavar.
A situação entre os três vai ficando tensa.
Júlia – Então, ele...
Aranha – Eu já entendi. (corta a fala de Júlia) Ele
vai dormir aqui por alguns dias, né. Nem precisa me contar. Só espero que seja
somente por alguns dias.
Aranha dá um empurrão em Alex e vai para o seu quarto. Alex fica olhando com
cara de bebê perdido na rua para Júlia.
Júlia – Não se preocupe. Ele faz isso com todo
mundo com quem eu saio.
Alex – Mas eu não estou saindo com você. Estou?
Os dois riem.
<@>
Vai anoitecendo. Hellen se arruma para ir trabalhar. A campainha toca. É
Marcus:
Hellen – Marcus. Que surpresa.
Marcus – Não gostou de me ver?
Hellen – Pelo contrário, entre.
Marcus entra e Hellen fecha a porta.
Marcus – Bom, eu vim conversar com você.
Hellen – Eu estava indo me arrumar para o trabalho.
Marcus – Não se preocupe. Eu te levo.
Hellen – Bom, então assim eu tenho mais tempo. -
Diz sorrindo
Marcus – Eu preciso de uns conselhos de amiga.
Hellen – O que eu posso fazer por você?
Marcus – É que eu terminei com a Sabrina.
Hellen – Por que? Vocês estavam tão bem juntos.
Marcus – É, eu sei, mas ela é muito ciumenta sabe.
Hellen – Ah, sei. Odeio gente assim.
Marcus – Ela ficou com ciúmes de você. Porque eu
falava muito de você.
Hellen – E o que você falava de mim?
Marcus – Que você era minha melhor amiga, essas
coisas.
Hellen – Ai Marcus, como você é bobo. Acabou com um
namoro por minha causa.
Marcus – É, mas acho que valeu a pena. Eu acho que
não estava dando muito certo.
Enquanto isso, Renata, Alana, Ana e Patrícia vão assistir um filme.
Alana – Ainda não sei que filme que vai ser.
Ana – Esse aqui. (Ela entrega a capa do dvd para
Alana)
Alana – A Casa Do Lago. Com o gostoso do Keanu
Reeves.
Patrícia – Eu não acho ele gostoso. (Fala da
cozinha, fazendo pipoca junto com a Renata).
Alana – Lá vem a Patrícia sendo a do contra.
(Rindo)
Patrícia – (Vai para a sala) Ele tem cara de velho.
Ana – Isso eu tenho que concordar com ela.
Alana – Tudo bem, ele ta ficando velho. Mas ele
mais novo era mais gostoso, prontofalei.
Ana – No Velocidade Máxima!
Alana – Que inclusive é com a Sandra Bullock
também.
Patrícia – Será que eles estão namorando?
Ana e Alana – Aí
Patrícia! Não viaja!
As três dão risadas juntas.
Renata – Pipoca pronta.
Alana – Oba. E o refri?
Renata – Na mesa da cozinha. Não pude trazer né, com as mãos
ocupadas.
Ana – Vou lá buscar.
Renata coloca o DVD do filme no aparelho.
Renata – Ta sem sal, não acham?
Alana – Pra mim ta ótima.
Patrícia – Ta bom de sal, pô.
Elas assistem 10 minutos de filme, e então a energia acaba.
Alana – O que aconteceu?
Renata – A luz acabou.
Patrícia – Aaaaaah!
Alana – Ai, para de gritar.
Patrícia – Tenho medo.
Alana – Ah, nem vem. Vai pegar uma vela lá Renata.
Ana – Calma, acho que acabou luz no bairro inteiro.
Renata vai verificar pela janela.
Renata – Não gente, os postes estão acesos... E as
luzes das outras casas também.
Ana – Então foi só aqui no prédio?
Alana – Tem que ver lá embaixo se nos outros
apartamentos também faltou luz.
Renata abre a porta. O corredor está escuro.
Renata – Pelo jeito faltou luz no prédio mesmo.
Alana – Liga para o porteiro. E tranca essa porta
com a chave e com tudo o que tem de trava aí.
Renata tranca a porta e vai até o telefone.
Renata – Aí, que isso aqui no chão? - Dá um
tropeço.
Patrícia – Minha sandália.
Renata – Ele não atende.
Patrícia – Ai meu Deus.
Alana – Para Patrícia!
Renata – Espera aí gente. Eu vou descer.
No momento que Renata estava se aproximando da porta, alguma coisa bate com
muita força nela e faz muito barulho.
Patrícia – Aaaah! O que foi isso?
Alana – Para de me puxar Patrícia!
Renata – Eu não sei o que foi isso...
Ana – Não abre a porta!
Mais uma batida bem forte foi dada, como se quisesse arrombar a porta. Renata
corre para o meio da sala com as outras.
Patrícia – Tem alguém querendo entrar!
Alana – Fala baixo!
Renata – Eu não sei o que foi isso...Não sei.
Mais uma batida é feita, desta vez a porta não agüenta e abre com toda a força.
As amigas se assustam muito e correm para o quarto de Renata e se trancam lá.
Renata – Entraram!
Alana – A gente não pode ficar escondida.
Precisamos ver o que foi isso.
Patrícia – Você não viu? A porta abriu. Alguém
entrou!
Renata – Fala baixo Patrícia!
Ana – Gente, vamos pular a janela e pedir ajuda.
Renata – Ta louca, são 4 andares.
Alana – Cadê os celulares?
Renata – As bolsas ficaram lá na sala.
Patrícia – Ai ai ai...
Alana – Vamos fazer silêncio e ver se escutamos
alguma coisa.
Elas ficam trancadas no quarto de Renata, na esperança de estarem protegidas.
E na casa de Hellen:
Hellen – Já são 8 horas, tenho que ir agora.
Marcus – Espere um pouco Hellen, só quero mais um minuto.
Hellen – O que foi?
Marcus fica olhando profundamente nos olhos de Hellen. Ele vai aproximando seus
lábios lentamente nos dela.